Como tornar visíveis os caminhos invisíveis

Se é do tipo de pessoas que de vez em vez, pára, olha à sua volta, e se pergunta o que é que está a fazer da sua vida, porque ou não gosta daquilo que faz, ou não se sente plenamente satisfeito, ou sente que não é suficiente, então esta publicação é para si.

O reconhecimento da nossa experiência pessoal sobre alguém ou alguma coisa acontece passando por três fases: a detecção, depois o sentir e eventualmente o pensamento. A competência para traduzir a nossa própria experiência em sabedoria aplicável no dia-a-dia é adquirida através de experiências de vida, hábitos e preferências.

Quando estamos prontos para crescer e aprender com as experiências que temos, estas juntam-se a nós como um pensamento persistente que não nos sai da cabeça. Essas experiências persistentes são pistas para nós: são pistas de caminhos subtis que têm o objetivo de nos fazer notar o nosso potencial. Porém, muitas vezes ignoramos tais pistas que nos são dadas, e continuamos então a fazer os nossos caminhos habituais e a seguir as nossas rotinas diárias, gerando estas os resultados que esperamos, dia após dia. Até que os resultados esperados deixam de surgir.

Estes pensamentos, referidos anteriormente, podem ser provenientes de memórias de infância, crenças adotadas, preconceitos inconscientes ou características de personalidade adotadas.

Algo muito importante, e que visa o desenvolvimento pessoal, é a auto reflexão, e ao tirar uns minutos para a fazer, perceberá então as tais pistas que lhe são constantemente dadas, e que consciente ou inconscientemente, acaba por desvalorizar.

Todo este processo é meio caminho andado em direção à consciencialização do que de facto se passa na sua vida; é meio caminho andado para ganhar a coragem que necessita para pôr para trás um capítulo mal fechado na sua vida, uma rotina que o aborrece ou um amigo que talvez não traga tantas coisas boas como traz más.

E se ao ler esta frase, despertou algum tipo de consciência ou sentimento em si, então é porque provavelmente notou que de facto, faz a sua vida diária tendo como base o que é familiar, fácil e confortável, e não tendo como base o que gosta, o que sonha, e o que o motiva, e por esse motivo, está na hora de mudar a atitude com que vê o mundo!

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